23 de Setembro de 2010
"Realmente essa noite foi muito difícil, ficamos conversando sobre nossas vidas, ele estava no colchão no chão e eu na cama, eu conversava com ele olhando para as estrelas grudadas no meu teto que brilhavam no escuro. Eram exatamente 2:30 da manha quando ele disse
-Juvia, lembra que eu e você dormíamos juntos porque você tinha medo do bicho papão?
-Sim HAHA, me lembro claramente disso - respondi.
-E você ainda tem?
-Não, eu não tenho mais medo!
-Mas mesmo assim, quer vir aqui dormir comigo, para relembrar dos velhos tempos?
Aquilo me consumiu, era o que eu queria ouvir e claro que concordei em deitar com ele ali no chão, logo quando eu fui ele estendeu a coberta e me envolveu em conchinha no colchão de solteiro, aquilo me deixou mais excitada ainda, eu sentia o calor dele e claro eu estava quase tento contato com a outra parte.
Geralmente quando eu durmo uso apenas uma camisola no verão, e nesse dia eu estava assim também, claro que eu só queria provocar, quando apagamos as luzes eu tirei o short rápido mas ele nem tinha percebido e deitei na cama. Ele foi me apertando mais ainda e sussurrou no meu ouvido "é bom ficar assim agarradinhos não é mesmo?", e eu como estava consumida pelo prazer sussurrei de volta "com certeza, assim sentimos um pouco mais o calor um do outro", nesse mesmo momento ele me virou, segurou na minha nuca e começou a me beijar, mas ele estava me beijando na boca, trocando saliva comigo, o beijo dele é tão excitante, eu estava prestes a tirar a minha roupa.
A mão dele que estava na minha cintura foi descendo até a minha bunda, nisso quando ele chegou lá ainda me beijando, fez um carinho de leve e logo pegou com vontade fazendo eu abrir os olhos de assustada e dando um leve gemido, e ele logo sussurrou de novo:
- Ah então você gosta de pegada violenta
Eu não conseguia mais me controlar, foi quando eu coloquei ele deitado de barriga para cima e sentei em cima dele, ou melhor no 'membro' dele, e eu pude sentir que ele também estava excitado, me curvei para beijá-lo e sussurrei no ouvido dele:
- Hum, parece que alguém está duro aqui
- E como não ficar?!
Nisso ele pegou na minha bunda com força me virando e me deitando na cama, ele correu para um canto do quarto e remexeu a mochila dele, e eu vi que era um pacote de camisinha, bom, pelo menos ele se previne né. Mas antes de ele levantar a minha camisola e veio e disse:
- Essa vai ser a minha primeira vez
- A minha também - respondi
Ele me beijou e começou a descer, foi levantando a minha camisola devagar e pegando e massageando a HY (nome simpático ao meu órgão sexual), ele estava me enchendo de prazer e o que eu mais queria naquele momento era transar com ele. Logo ele tirou a minha calcinha e subiu para me beijar, me levantou da cama e tirou a minha camisola me deixando nua sobre o colchão. Me beijou e desceu até meus seios e começou a lamber e chupar, aquilo estava me deixando mais excitada ainda, eu não aguentava mais, foi quando levantei e tirei a camisa dele e fui descendo a minha mão no membro dele, senti aquela coisa dura e fui envolvendo com as mãos por cima do short dele, não demorei muito e coloquei dentro da cueca dele a minha mão, coloquei pra fora, não pude ver muita coisa por conta da escuridão então fui descendo com o rosto devagar, quando eu senti que estava perto coloquei a minha língua para fora e lambi ali, e isso foi enchendo ele e eu de prazer, logo senti a mão dele na minha cabeça e quando percebi estava tudo dentro da minha boca, era um sensação diferente, estranha mas muito prazerosa, aquilo deu um fogo enorme na HY, tirei todo o short e a cueca dele e ele me deitou no colchão novamente, e foi descendo passando a língua nos meus seios, na minha barriga até chegar na HY, onde ele chupou tudo, me deixou quase seca, mas não demorou muito eu fiquei molhada de novo com a saliva e com outra coisa também (hihihi). Ele pegou o pacote de camisinha que estava na cama e o abriu, e veio até no meu ouvido sussurrando
- Agora espera um segundinho, que eu já vou te deixar louquinha.
Pra que? Aquilo me deixou muito mais excitada e com muita vontade de transar com ele, não demorou muito ele colocou e abriu as minhas pernas, foi colocando os braços na lateral do meu corpo, e eu sussurrei
- Vai devagar, por favor.
- Claro princesa.
E acariciou os meus seios, nisso ele passou a mão na HY, e no membro dele e logo se aproximou passando o membro dele na HY, foi colocando bem devagar e aquilo doeu um monte, mas eu não queria que ele parasse nenhum momento, quando depois de colocar e tirar devagar e quase não conseguindo segurar as gemidas de dor e prazer, ele me colocou de quatro no colchão e segurou firme na minha cintura, e começou indo de vagar e depois mais rápido e mais rápido, meu deus eu não aguentava mais, soltei uma gemida meio alta mas não tinha problema, estávamos dormindo no fim do corredor então não tinha risco dos meus pais ou dos meus tios escutarem.
No momento em que ele começou a ir mais forte a HY já estava espirrando por toda a perna dele, e nisso eu ouvi aquela voz novamente
- Isso Juvia, está fazendo tudo muito certo, estou adorando ver isso, não para continue!
Eu não conseguia parar e eu estava gemendo alto e meu primo metia mais forte e com mais vontade, foi quando acabou e nós colocamos a roupa e eu fui pra cama e ele para o colchão, quando deitamos ele pegou a minha mão e disse
- Essa foi a melhor coisa que eu já fiz na minha vida Juvia, e ainda mais isso foi com você!"
Juvia.
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quinta-feira, 21 de novembro de 2013
Diário da Juvia
22 de Setembro de 2010
"Passaram-se dois dias depois da festa de 18 anos da minha amiga Zayra e eu estava me sentido muito bem, me sentia leve, livre e com vontade de fazer coisas loucas. Logo ao acordar fui me olhar no espelho do guarda-roupa e vi que meu corpo estava diferente, estava mais sensual, ou seja, eu estava me sentido gostosa e fiquei com vontade de me mostrar por ai. Minha mãe me chamou para ajudá-la no almoço, a família toda foi na minha casa, o meu rosto já estava bem melhor dos tapas que levei na sexta feira a noite. Parentes de longe vieram, eram meus tios que estavam vivendo no Uruguai e trouxeram com eles o meu primo que eu não via a anos. Fiquei super feliz de vê-lo novamente e ele também, nos abraçamos e fomos correndo para a sala colocar o papo em dia, fui perguntando pra ele como era viver naquele lugar diferente onde a cultura e as pessoas diferentes, e ele só respondia "ah é bem legal". Eu vi que aquele assunto tava chato então pedi pra ele se estava namorando, foi o que disse
-Namorar? HAHA, sério Juvia as meninas de lá são muito chatas, nenhuma que eu tentei me aproximar me atraiu, dá vontade de voltar pro Brasil por que a minha situação lá tá difícil.
Claro que eu ri que nem uma hiena e ele riu também, foi pedindo se eu estava namorando, pediu como estava na escola e com amigos, e fui respondendo ao seu questionário sem fim. Eu estava tão feliz que ele estava ali, não desgrudava dele, uma coisa que percebi foi que ele tinha ficado mais bonito, seu corpo estava definido, e ele não tinha mais aquela 'explosão' de espinhas na cara, eu até disse isso pra ele e claro, ele riu mas continuou dizendo que eu também estava super diferente da última vez que ele me viu.
Então finalmente o almoço estava pronto e pra variar todos os meus tios na mesa puxaram o meu saco falando coisas do tipo "Então querida, está namorando?", "Pegando muitos por ai?", "Você já foi pra cama?", aquilo me deixou com raiva mas eu ri pra disfarçar. Ficamos na mesa um bocado de tempo colocando os papos e as novidades em dia, cada um contando uma história diferente do que viveu, etc, etc.
A tarde fomos todos a piscina e eu tava super com vergonha de ficar de biquíni na frente de todo mundo, achei engraçado por que na hora que eu acordei estava super afim de mostrar o meu 'novo' corpo por ai, fui no meu quarto e me troquei e coloquei um vestidão por cima. Fomos em cinco carros lotados de gente, meu primo e eu não parávamos de conversar e rir que nem dois idiotas no carro, e minha mãe só chamando a atenção porque queria ouvir o rádio. Quando chegamos lá meu primo foi rapidamente tirando a camisa e me chamando que nem um louco pra entrar na água, quando eu vi ele sem camisa quase cai no chão de tanto prazer, ele estava tão gato com aqueles músculos que de uma hora pra outra fiquei safada, e o que eu mais queria era ir até ele e me jogar em cima dele. Fui tirando o meu vestido devagar e ele ficou me olhando, claro que fiquei vermelha, mas quando eu tirei e fiquei só de biquíni ele mudou a expressão de seu rosto e me olhou de uma forma diferente, fui me aproximando da piscina e ele saiu rapidamente e veio por trás de mim sussurrando no meu ouvido "quero te ver molhadinha", pelo menos foi isso o que eu entendi, e logo ele me jogou na água caindo logo atrás de mim. Aquilo me deixou mais aliviada, eu já estava dentro da água então não tinha muito problema de ele ficar me 'secando', observei que aos poucos meus parentes apareciam em volta da piscina pra tomar banho de sol e com térmicas de chimarrão e minhas tias com aqueles chapelão cobrindo os óculos de sol e a metade da cara. Fiquei lá nadando e matando a saudade de mergulhar com o meu primo, quando ele veio em mim
-Juvia, o que você está fazendo? Academia?
-Não, porque? - perguntei
-Porque você tá uma gostosa, serio.
Aquilo me encheu de vergonha e me deixou excitada ao mesmo tempo, foi quando ele logo consertando disse
-Quer dizer, não quis falar dessa forma...
-Ah tudo bem, haha, é eu mudei mesmo, acho que é a puberdade - eu tentando disfarçar.
Ficamos um tempo ali e já estava escurecendo, ele e os meus tios eram os únicos que iriam ficar mais tempo, pra aproveitar mais, pois se voltasse para o Uruguai ia demorar pra vir novamente pro Brasil, voltamos todos para casa para jantar, eu fui tomar banho enquanto todos estavam no andar de baixo organizando a sala de jantar e não vi que meu primo estava no meu quarto arrumando a mochila dele. Sai do banheiro enrolada na toalha e quando cheguei no meu quarto ia desenrolar quando ouvi ele atrás de mim
-Calma eu tô aqui ainda, espera eu sair ai você se troca!
Eu olhei assustada pra trás e fiquei vermelha que nem um pimentão e esperei ele sair do quarto. Foi um 'ufa' quando ele saiu, que bom que ele não me viu pelada. Quando eu já estava pronta ele veio no meu quarto enrolado na toalha e era a minha vez de sair do quarto, mas ele não se importou em se trocar na minha frente, mas claro que eu não fiquei olhando, enfiei a minha cabeça no travesseiro e deixei ele colocar a roupa. Eu estava me sentindo estranha, ele estava me atraindo eu acho que estava gostando dele, e cada minuto que passava o que eu mais queria era levar ele pra cama, meu deus o que estava acontecendo comigo? Fomos para a janta e depois dormir, e meu primo ia dormir no mesmo quarto que o meu. Será que vou conseguir me conter? Tomara que eu não faça nada de errado!"
Juvia
"Passaram-se dois dias depois da festa de 18 anos da minha amiga Zayra e eu estava me sentido muito bem, me sentia leve, livre e com vontade de fazer coisas loucas. Logo ao acordar fui me olhar no espelho do guarda-roupa e vi que meu corpo estava diferente, estava mais sensual, ou seja, eu estava me sentido gostosa e fiquei com vontade de me mostrar por ai. Minha mãe me chamou para ajudá-la no almoço, a família toda foi na minha casa, o meu rosto já estava bem melhor dos tapas que levei na sexta feira a noite. Parentes de longe vieram, eram meus tios que estavam vivendo no Uruguai e trouxeram com eles o meu primo que eu não via a anos. Fiquei super feliz de vê-lo novamente e ele também, nos abraçamos e fomos correndo para a sala colocar o papo em dia, fui perguntando pra ele como era viver naquele lugar diferente onde a cultura e as pessoas diferentes, e ele só respondia "ah é bem legal". Eu vi que aquele assunto tava chato então pedi pra ele se estava namorando, foi o que disse
-Namorar? HAHA, sério Juvia as meninas de lá são muito chatas, nenhuma que eu tentei me aproximar me atraiu, dá vontade de voltar pro Brasil por que a minha situação lá tá difícil.
Claro que eu ri que nem uma hiena e ele riu também, foi pedindo se eu estava namorando, pediu como estava na escola e com amigos, e fui respondendo ao seu questionário sem fim. Eu estava tão feliz que ele estava ali, não desgrudava dele, uma coisa que percebi foi que ele tinha ficado mais bonito, seu corpo estava definido, e ele não tinha mais aquela 'explosão' de espinhas na cara, eu até disse isso pra ele e claro, ele riu mas continuou dizendo que eu também estava super diferente da última vez que ele me viu.
Então finalmente o almoço estava pronto e pra variar todos os meus tios na mesa puxaram o meu saco falando coisas do tipo "Então querida, está namorando?", "Pegando muitos por ai?", "Você já foi pra cama?", aquilo me deixou com raiva mas eu ri pra disfarçar. Ficamos na mesa um bocado de tempo colocando os papos e as novidades em dia, cada um contando uma história diferente do que viveu, etc, etc.
A tarde fomos todos a piscina e eu tava super com vergonha de ficar de biquíni na frente de todo mundo, achei engraçado por que na hora que eu acordei estava super afim de mostrar o meu 'novo' corpo por ai, fui no meu quarto e me troquei e coloquei um vestidão por cima. Fomos em cinco carros lotados de gente, meu primo e eu não parávamos de conversar e rir que nem dois idiotas no carro, e minha mãe só chamando a atenção porque queria ouvir o rádio. Quando chegamos lá meu primo foi rapidamente tirando a camisa e me chamando que nem um louco pra entrar na água, quando eu vi ele sem camisa quase cai no chão de tanto prazer, ele estava tão gato com aqueles músculos que de uma hora pra outra fiquei safada, e o que eu mais queria era ir até ele e me jogar em cima dele. Fui tirando o meu vestido devagar e ele ficou me olhando, claro que fiquei vermelha, mas quando eu tirei e fiquei só de biquíni ele mudou a expressão de seu rosto e me olhou de uma forma diferente, fui me aproximando da piscina e ele saiu rapidamente e veio por trás de mim sussurrando no meu ouvido "quero te ver molhadinha", pelo menos foi isso o que eu entendi, e logo ele me jogou na água caindo logo atrás de mim. Aquilo me deixou mais aliviada, eu já estava dentro da água então não tinha muito problema de ele ficar me 'secando', observei que aos poucos meus parentes apareciam em volta da piscina pra tomar banho de sol e com térmicas de chimarrão e minhas tias com aqueles chapelão cobrindo os óculos de sol e a metade da cara. Fiquei lá nadando e matando a saudade de mergulhar com o meu primo, quando ele veio em mim
-Juvia, o que você está fazendo? Academia?
-Não, porque? - perguntei
-Porque você tá uma gostosa, serio.
Aquilo me encheu de vergonha e me deixou excitada ao mesmo tempo, foi quando ele logo consertando disse
-Quer dizer, não quis falar dessa forma...
-Ah tudo bem, haha, é eu mudei mesmo, acho que é a puberdade - eu tentando disfarçar.
Ficamos um tempo ali e já estava escurecendo, ele e os meus tios eram os únicos que iriam ficar mais tempo, pra aproveitar mais, pois se voltasse para o Uruguai ia demorar pra vir novamente pro Brasil, voltamos todos para casa para jantar, eu fui tomar banho enquanto todos estavam no andar de baixo organizando a sala de jantar e não vi que meu primo estava no meu quarto arrumando a mochila dele. Sai do banheiro enrolada na toalha e quando cheguei no meu quarto ia desenrolar quando ouvi ele atrás de mim
-Calma eu tô aqui ainda, espera eu sair ai você se troca!
Eu olhei assustada pra trás e fiquei vermelha que nem um pimentão e esperei ele sair do quarto. Foi um 'ufa' quando ele saiu, que bom que ele não me viu pelada. Quando eu já estava pronta ele veio no meu quarto enrolado na toalha e era a minha vez de sair do quarto, mas ele não se importou em se trocar na minha frente, mas claro que eu não fiquei olhando, enfiei a minha cabeça no travesseiro e deixei ele colocar a roupa. Eu estava me sentindo estranha, ele estava me atraindo eu acho que estava gostando dele, e cada minuto que passava o que eu mais queria era levar ele pra cama, meu deus o que estava acontecendo comigo? Fomos para a janta e depois dormir, e meu primo ia dormir no mesmo quarto que o meu. Será que vou conseguir me conter? Tomara que eu não faça nada de errado!"
Juvia
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Diário da Juvia
10 de Setembro de 2010
"É simples, voltei da casa da Zayra bêbada e minha mãe quase me matou de tanta surra que ela me deu. É claro que eu ia beber na festa de uma garota que está fazendo 18 anos, mesmo eu ainda tendo 17. Não demorou muito e eu manchei todo o carpete do corredor com vômito de tanta cachaça que eu bebi, levei tantos tapas na cara que parecia que levei 1000 picadas de vespa vermelha, sorte que é final de semana então não tem risco de alguém ver que eu apanhei. Eu corri até o banheiro resmungando da minha mãe e sentei ao lado do vaso voltando a vomitar. Eu estava me sentindo tão mal e tão bem ao mesmo tempo que percebi que alguém me chamava na janela. Ele dizia
-Juvia, venha até aqui, tenho uma proposta para você.
A voz do homem era grossa parecia de um demônio, mas eu estava tão chapada que fui até a janela e assenti o que ele disse, logo continuou
-Que tal juntar-se a mim e ser livre?
Aquilo me possuiu de algum jeito e eu sem condições perguntei que liberdade ele me daria, foi então que ele me convenceu
-Ser livre de sermões, poder sair e curtir, beber com amigos, conhecer garotos diferentes, você que é uma garota tão linda e sensual, de algum jeito me atraiu.
Aquilo estava me satisfazendo e me enchendo de prazer, adolescentes ficam excitadas quando alguém chama ela de sensual e linda, de algum jeito me atraiu e eu acabei aceitando aquela proposta de liberdade. Entrei em sono profundo e quando acordei me sentia diferente, me sentia mais viva"
Juvia.
"É simples, voltei da casa da Zayra bêbada e minha mãe quase me matou de tanta surra que ela me deu. É claro que eu ia beber na festa de uma garota que está fazendo 18 anos, mesmo eu ainda tendo 17. Não demorou muito e eu manchei todo o carpete do corredor com vômito de tanta cachaça que eu bebi, levei tantos tapas na cara que parecia que levei 1000 picadas de vespa vermelha, sorte que é final de semana então não tem risco de alguém ver que eu apanhei. Eu corri até o banheiro resmungando da minha mãe e sentei ao lado do vaso voltando a vomitar. Eu estava me sentindo tão mal e tão bem ao mesmo tempo que percebi que alguém me chamava na janela. Ele dizia
-Juvia, venha até aqui, tenho uma proposta para você.
A voz do homem era grossa parecia de um demônio, mas eu estava tão chapada que fui até a janela e assenti o que ele disse, logo continuou
-Que tal juntar-se a mim e ser livre?
Aquilo me possuiu de algum jeito e eu sem condições perguntei que liberdade ele me daria, foi então que ele me convenceu
-Ser livre de sermões, poder sair e curtir, beber com amigos, conhecer garotos diferentes, você que é uma garota tão linda e sensual, de algum jeito me atraiu.
Aquilo estava me satisfazendo e me enchendo de prazer, adolescentes ficam excitadas quando alguém chama ela de sensual e linda, de algum jeito me atraiu e eu acabei aceitando aquela proposta de liberdade. Entrei em sono profundo e quando acordei me sentia diferente, me sentia mais viva"
Juvia.
A garota e o cão
Johnny estava voltando da escola, já de noite , e como sempre fazia o caminho igual em todos os outros dias, mais naquele dia em especial ele sentia que algo estava diferente. Quando estava passando pela parte mais escura do caminho, ouviu uns barulhos vindos da mata , imediatamente apertou o passo até quase começar a correr , pois estava sentindo aquela sensação! Sabe? De que algo está diferente.
De repente os barulhos vindos do mato pareciam que estava mais perto dele , até que viu uma criança no escuro da floresta, apertando bem os olhos viu que ela estava com um cachorro , mais não era bem um cachorro comum ele era bem escuro , mais não chegava a ser preto , os olhos dele brilhavam em um amarelo muito forte, Johnny nunca tinha visto um cachorro daquele jeito , já a menina não tinha nada de mais , aparentava uma idade nas faixa dos 7 anos, era magra e vestia um vestido cinza, a criança e o cachorro adentraram na floresta a menina dava risos que ecoavam na floresta inteira, quando ele ouviu aquele riso um arrepio percorreu toda a sua espinha e aquela sensação ruim que sentia foi vencida pela curiosidade , e entrou na mata seguindo os risinhos da garotinha.
A cada passo que ele dava aqueles risos ficavam mais altos o que significava que ele estava chegando perto da garotinha com o cachorro, mais o que mais intrigou Johnny foi o cachorro, ele não sabe o por que daquilo estar acontecendo , de repente viu a garotinha sentada em um tronco caído no chão acariciando o cachorro, Johnny após ver quela cena desmaiou sem motivo algum estava lá caído no meio da floresta , acordou algum tempo depois com a sensação de que tinha estado desmaiado por um dia inteiro, ele estava ainda na floresta e sentou e olhou ao redor e a única coisa que viu foi o cachorro, aquele cachorro que tanto o tinha intrigado , pendurado em uma árvore enforcado e debaixo dele estava quela garotinha.
Dias, semanas , meses se passaram até que Johnny foi encontrado na floresta estripado e decapitado.
E até hoje existem relatos de aparições dessa menina com o cachorro.
E cuidado quando estiver voltando da escola de noite e passar em frente á uma floresta , e se você por algum motivo ver uma menina com um cachorro, pelo amor de Deus não vá atrás ou você terá o mesmo fim que Johnny.
De repente os barulhos vindos do mato pareciam que estava mais perto dele , até que viu uma criança no escuro da floresta, apertando bem os olhos viu que ela estava com um cachorro , mais não era bem um cachorro comum ele era bem escuro , mais não chegava a ser preto , os olhos dele brilhavam em um amarelo muito forte, Johnny nunca tinha visto um cachorro daquele jeito , já a menina não tinha nada de mais , aparentava uma idade nas faixa dos 7 anos, era magra e vestia um vestido cinza, a criança e o cachorro adentraram na floresta a menina dava risos que ecoavam na floresta inteira, quando ele ouviu aquele riso um arrepio percorreu toda a sua espinha e aquela sensação ruim que sentia foi vencida pela curiosidade , e entrou na mata seguindo os risinhos da garotinha.
A cada passo que ele dava aqueles risos ficavam mais altos o que significava que ele estava chegando perto da garotinha com o cachorro, mais o que mais intrigou Johnny foi o cachorro, ele não sabe o por que daquilo estar acontecendo , de repente viu a garotinha sentada em um tronco caído no chão acariciando o cachorro, Johnny após ver quela cena desmaiou sem motivo algum estava lá caído no meio da floresta , acordou algum tempo depois com a sensação de que tinha estado desmaiado por um dia inteiro, ele estava ainda na floresta e sentou e olhou ao redor e a única coisa que viu foi o cachorro, aquele cachorro que tanto o tinha intrigado , pendurado em uma árvore enforcado e debaixo dele estava quela garotinha.
Dias, semanas , meses se passaram até que Johnny foi encontrado na floresta estripado e decapitado.
E até hoje existem relatos de aparições dessa menina com o cachorro.
E cuidado quando estiver voltando da escola de noite e passar em frente á uma floresta , e se você por algum motivo ver uma menina com um cachorro, pelo amor de Deus não vá atrás ou você terá o mesmo fim que Johnny.
Deixe-nos entrar
Era uma noite escura e sombria e John estava em casa com sua mulher e dois filhos. De repente ouve-se uma batida na posta "TOC-TOC" , John foi abrir a porta quando se deparou com duas crianças de mais ou menos 6 anos de idade , as crianças estavam sujas ,com roupas rasgadas e cobertas de sangue , quando John viu aquilo imediatamente perguntou para as crianças
- O que aconteceu com vocês?
- Nós estamos perdidos senhor!! Será que você nos deixa entrar?!?
John não respondeu nada, simplesmente bateu a porta e foi dando passos bem lentos para trás , sua mulher perguntou:
- O que aconteceu?
- Pega as crianças e vai pro quarto , tranque a porta
Ela mesmo assustada , faz o que o marido disse. John de repente começa a ouvir batidas muito fortes na porta e gritos que diziam
"Deixe-nos entrar" os gritos foram repetidos por mais ou menos 1 minuto, John corre para a cozinha e pega a maior faca que consegue encontrar, e vai em direção da porta , quando os gritos tinhas se cessado , ele abriu a porta com a faca na mão e não tinha mais ninguém lá.
Depois que já tinha passado pelo menos um pouco do susto, ele a sua mulher e seus filhos foram para a cama dormir, John teve pesadelos com aquelas crianças durante a noite toda, de manhã ele acorda para ir trabalhar , como sempre faz vai acordar os filhos para irem a escola , quando chega no quarto das crianças , elas não estavam em suas camas , as únicas coisas que aviam na cama eram marcas de sangue e um bilhete onde dizia "Você devia ter deixado a gente entrar!".
Até hoje não se sabe o paradeiro dos filhos de John e nem o que aconteceu com eles .
Mais ainda existem relatos de desaparecimentos de crianças depois que os pais delas viram essas crianças na porta de casa.
- O que aconteceu com vocês?
- Nós estamos perdidos senhor!! Será que você nos deixa entrar?!?
John não respondeu nada, simplesmente bateu a porta e foi dando passos bem lentos para trás , sua mulher perguntou:
- O que aconteceu?
- Pega as crianças e vai pro quarto , tranque a porta
Ela mesmo assustada , faz o que o marido disse. John de repente começa a ouvir batidas muito fortes na porta e gritos que diziam
"Deixe-nos entrar" os gritos foram repetidos por mais ou menos 1 minuto, John corre para a cozinha e pega a maior faca que consegue encontrar, e vai em direção da porta , quando os gritos tinhas se cessado , ele abriu a porta com a faca na mão e não tinha mais ninguém lá.
Depois que já tinha passado pelo menos um pouco do susto, ele a sua mulher e seus filhos foram para a cama dormir, John teve pesadelos com aquelas crianças durante a noite toda, de manhã ele acorda para ir trabalhar , como sempre faz vai acordar os filhos para irem a escola , quando chega no quarto das crianças , elas não estavam em suas camas , as únicas coisas que aviam na cama eram marcas de sangue e um bilhete onde dizia "Você devia ter deixado a gente entrar!".
Até hoje não se sabe o paradeiro dos filhos de John e nem o que aconteceu com eles .
Mais ainda existem relatos de desaparecimentos de crianças depois que os pais delas viram essas crianças na porta de casa.
Amigo Imaginário
Vivian estava em casa com sua filha e como sempre a sua filha estava brincando sozinha , até que em um momento Vivian percebeu que a menina estava falando sozinha mais parecia que ela realmente falava com uma pessoa de verdade e Vivian pergunta para Linda : - Linda com quem você esta falando?
- Com o Jefrey mamãe você não está vendo ele?
Vivian logo percebeu que se tratava de um amigo imaginário , o que era super normal na idade de Linda e principalmente para uma criança sozinha que não tinha irmãos e então Vivian responde:
- Claro que estou vendo ele querida !!
Ela não se importa com aquilo e vai para a cozinha beber um pouco de água. Já tava tarde e ela coloca Linda na cama e vai para o seu quarto, no outro dia ela acorda e vai na sala de estar e vê que todos os seus livros estavam caídos no chão , Linda que já tinha acordado pergunta para a mãe o que tinha acontecido e Vivia:
- Você mexeu em meus livros Linda ?
- Não mamãe foi o Jefrey!!
- Ok mais fala para ele não mexer em mais nada
- Ta bom mamãe !!
Vivian fica intrigada com aquilo durante todo o dia , depois de ver Linda brincando no quintal com o "Jefrey" ela chama a menina para jantar e durante o jantar a mãe da garota pergunta como era esse tal de Jefrey e a garota responde que ele era muito engraçado e vestia roupas coloridas e tinha um lindo sorriso , a mãe pergunta se Jefrey estava lá naquele momento e Linda responde:
- Sim , ele está bem atrás de você !!
A mulher sente um arrepio muito forte que percorre seu corpo inteiro , depois do jantar a garota toma um banho e vai para a cama , e Vivian faz o mesmo , ela acorda de madrugada com um berro de sua filha , ela imediatamente levanta da cama e corre para o quarto de Linda lá ela vê a menina com o corpo todo cortado e sem os membros estirada em cima da cama e escrito com o sangue de sua filha na parede do quarto " Eu não sou tão imaginário assim" . A mulher da um berro e sai correndo sem rumo e depois de três dias também é encontrada morta.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Prisioneiros II
-O que eu devo fazer? - era o que mais se repetia na cabeça de Emeline, ainda abraçada com seu padrasto no canto escuro do porão.
Alguns passos fortes ameaçaram os dois ali em baixo, e ouvia-se uma voz grossa falando alto acima
-Onde está você? É a sua vez de morrer meu querido
Emeline ficou gelada e arrepiada na nuca, o frio do porão forçava ela tossir mas estava fazendo força para segurar. Seu padrasto levantou e apanhou a peixeira do chão olhou para Emeline decidido e disse
-Tenho que matar esse homem nem que custe a minha vida, não posso deixar você minha pequena sendo mais um alvo dele.
-Espere - disse Emeline segurando na manga do casaco de Henry - Eu tenho um plano
Ele voltou e se sentou ao lado da garota prestando a atenção em cada palavra que ela dizia, concordou com tudo o que ela disse
-Mas você tem certeza que vai dar certo? - pergunta Henry
-Eu não tenho certeza, se der errado nós dois morremos mas se der certo somente um morrerá - responde Emeline decidida
-Certo, vou seguir o que você disse e boa sorte para nós.
Com o plano em mãos Emeline não sabia se tinha algum cúmplice do homem então carregava um plano 'B', não queria que nada desse errado, mas já sabia que a vida de seu padrasto estava confinada mas era isso que planejou e não poderia mudar agora.
-Eu vou subindo as escadas na frente e você vem colada em mim, certo? - diz Henry
-Certo! - confirma Emeline
Os dois foram subindo as escadas de madeira mofadas sem fazer algum barulho, Henry abre lentamente a porta e faz uma vistoria ao arredor e então dá um sinal para Emeline correr até o quarto da frente, os dois escutam passos vindo da cozinha e então Henry diz sussurando
-Só pode ser ele
-Corre até o quarto da mamãe que eu ficarei aqui esperando - diz Emeline
Ele corre até o quarto de sua mulher e Emeline faz totalmente ao contrário do que disse ao padrasto, ela corre até a sala e se depara com aquele sangue todo no chão novamente, fica pasma mas consegue se controlar, seu padrasto vem logo atrás segurando o braço da garota
-Ei, o que você esta fazendo? - sussurra tão baixinho que nem Emeline escuta direito
-Estou encontrando um ponto pra me esconder se der errado, por que saiu de seu posto? - diz Emeline olhando atentamente para a cozinha onde os passos aumentam mais
-Não dá mais tempo
Então Henry corre até a parede e espera o ladrão aparecer na porta, Emeline se abaixa devagar atrás de um vaso grande de palmeira decorativa, e então os dois são surpreendidos. O homem sai da cozinha sabendo que os dois estava ali e grita
-Está aqui então resolveu aparecer pra mim? Sua morte vai ser rápida prometo!
-Por que está fazendo isso? Não basta apenas roubar as minhas coisas e ir embora daqui? - pergunta Henry com a peixeira na mão tremendo
-Há há, eu tenho meus motivos, e agora onde está a minha filha? - Henry fica pasmo
-Fi... filha?
-É a minha filha, Emeline. Aquela desgraçada escondeu que estava grávida e fugiu, nunca me deu uma explicação, foi então que eu vi ela na rua e segui até aqui. Investiguei e vi que tenho uma filha com ela e quero saber onde ela esta! - diz o homem decidido apontando a arma para a cabeça de Henry
-Ela não está aqui, saiu com algumas amigas - diz Henry tremendo
-Não minta para mim, poupe sua vida e me diga logo onde ela está!
Nesse momento Emeline está com o coração na garganta e não acredita que seu pai verdadeiro está na sua frente apontando uma arma para o homem que esteve com ela desde que nasceu, então decide manifestar-se.
-Não, ela não... - Emeline interrompe o padrasto
-Estou bem aqui, papai - diz a garota levantando lentamente atrás da imensa palmeira decorando o canto da sala
-Meu Deus! - o homem olha emocionado para a garota ainda com a arma apontada na cabeça de Henry
-Surpreso? Então a desgraçada da minha mãe me escondeu de você, será que ela também não tinha os motivos dela? E você a matou sem menos ouvi-la? - diz Emeline com uma voz fria olhando fundo nos olhos do homem
-Emeline você não entende o meu desespero! - diz o homem que se diz ser pai da garota
-E preciso entender? E o desespero da minha mãe, não importa mais? O que você quer? - questiona Emeline
-Quero ficar com você minha pequena - responde o homem
-E você já perguntou se eu quero ficar com você? Um homem estranho que vem na minha casa mata a minha mãe e ameaça o homem que viveu com ela a vida toda cuidando de mim e dela, e é para eu largar tudo e ir com você? Por favor não sou sua pequena, não me chame assim - sobe um nervosismo e ódio na cabeça da garota e ela começa a tremer
-Você tem que ir comigo, não sou estranho eu sou o seu pai - diz o homem tentando convencer a garota
-Não está se ajudando, abaixe essa arma e vá embora daqui, você já estragou parte da minha vida quer estragar mais? - diz Emeline apertando as mãos para não correr na direção do homem
-Não vou embora daqui sem você minha pequena - diz o homem voltando o olhar para Henry - Você vai comigo e ninguém vai me impedir - ele dá um tiro na cabeça do padrasto de Emeline e ele cai de joelhos no cão jogando a peixeira a cinquenta centímetros da garota
-Não!! - grita Emeline - O que você fez seu maníaco? Eu mandei você ir embora e você faz isso? Porque?
-Foi eu que eu disse antes de sair de casa querida, tudo o que quiser me impedir de ficar com você eu vou derrubar e se preciso irei matar - diz o homem abaixando a arma e a guardando no bolso de trás da calça jeans rasgada e ensanguentada.
-VAI EMBORA DAQUI SEU MALUCO!!!! - Emeline grita chorando - VOCÊ NÃO VAI ME TIRAR DAQUI
-Calma querida não grite estamos só nós dois aqui agora, vamos brincar no parquinho, de boneca, deixe eu te levar para o colégio, te dar presentes!! - diz o homem estendendo a mão chorando e sorrindo
-Eu não vou com você para lugar algum - Emeline da um passo se abaixa e apanha a peixeira na mão - Pois agora a sua hora chegou - e com apenas um golpe Emeline corta o pescoço do homem o matando na hora e espalhando mais sangue no chão.
Ela cai no chão de joelhos larga a peixeira no seu lado e começa a chorar
-Porque????? PORQUE?????? - grita olhando para o teto chorando e soluçando muito - Quero minha mãe de volta! Ela não merecia morrer - se abaixa no chão ensanguentado e não para de chorar.
Emeline levantou-se do chão e foi andando até seu quarto, olhou-se no espelho e viu que estava cheia de sangue sua crise de asma atacou de novo, correu até o criado-mudo ao lado da cama e pegou sua bombinha, depois de se recuperar correu até o banheiro tirou toda sua roupa suja de sangue e ligou a ducha. Precisava ir embora dali, e depois do banho arrumou suas coisas pegou o carro da sua mãe mesmo não sabendo dirigir muito bem, apenas com o que seu padrasto tinha ensinado, sabia o básico de trocar as marchas, frear e acelerar, foi então bem longe dali para nunca mais voltar.
FIM
Alguns passos fortes ameaçaram os dois ali em baixo, e ouvia-se uma voz grossa falando alto acima
-Onde está você? É a sua vez de morrer meu querido
Emeline ficou gelada e arrepiada na nuca, o frio do porão forçava ela tossir mas estava fazendo força para segurar. Seu padrasto levantou e apanhou a peixeira do chão olhou para Emeline decidido e disse
-Tenho que matar esse homem nem que custe a minha vida, não posso deixar você minha pequena sendo mais um alvo dele.
-Espere - disse Emeline segurando na manga do casaco de Henry - Eu tenho um plano
Ele voltou e se sentou ao lado da garota prestando a atenção em cada palavra que ela dizia, concordou com tudo o que ela disse
-Mas você tem certeza que vai dar certo? - pergunta Henry
-Eu não tenho certeza, se der errado nós dois morremos mas se der certo somente um morrerá - responde Emeline decidida
-Certo, vou seguir o que você disse e boa sorte para nós.
Com o plano em mãos Emeline não sabia se tinha algum cúmplice do homem então carregava um plano 'B', não queria que nada desse errado, mas já sabia que a vida de seu padrasto estava confinada mas era isso que planejou e não poderia mudar agora.
-Eu vou subindo as escadas na frente e você vem colada em mim, certo? - diz Henry
-Certo! - confirma Emeline
Os dois foram subindo as escadas de madeira mofadas sem fazer algum barulho, Henry abre lentamente a porta e faz uma vistoria ao arredor e então dá um sinal para Emeline correr até o quarto da frente, os dois escutam passos vindo da cozinha e então Henry diz sussurando
-Só pode ser ele
-Corre até o quarto da mamãe que eu ficarei aqui esperando - diz Emeline
Ele corre até o quarto de sua mulher e Emeline faz totalmente ao contrário do que disse ao padrasto, ela corre até a sala e se depara com aquele sangue todo no chão novamente, fica pasma mas consegue se controlar, seu padrasto vem logo atrás segurando o braço da garota
-Ei, o que você esta fazendo? - sussurra tão baixinho que nem Emeline escuta direito
-Estou encontrando um ponto pra me esconder se der errado, por que saiu de seu posto? - diz Emeline olhando atentamente para a cozinha onde os passos aumentam mais
-Não dá mais tempo
Então Henry corre até a parede e espera o ladrão aparecer na porta, Emeline se abaixa devagar atrás de um vaso grande de palmeira decorativa, e então os dois são surpreendidos. O homem sai da cozinha sabendo que os dois estava ali e grita
-Está aqui então resolveu aparecer pra mim? Sua morte vai ser rápida prometo!
-Por que está fazendo isso? Não basta apenas roubar as minhas coisas e ir embora daqui? - pergunta Henry com a peixeira na mão tremendo
-Há há, eu tenho meus motivos, e agora onde está a minha filha? - Henry fica pasmo
-Fi... filha?
-É a minha filha, Emeline. Aquela desgraçada escondeu que estava grávida e fugiu, nunca me deu uma explicação, foi então que eu vi ela na rua e segui até aqui. Investiguei e vi que tenho uma filha com ela e quero saber onde ela esta! - diz o homem decidido apontando a arma para a cabeça de Henry
-Ela não está aqui, saiu com algumas amigas - diz Henry tremendo
-Não minta para mim, poupe sua vida e me diga logo onde ela está!
Nesse momento Emeline está com o coração na garganta e não acredita que seu pai verdadeiro está na sua frente apontando uma arma para o homem que esteve com ela desde que nasceu, então decide manifestar-se.
-Não, ela não... - Emeline interrompe o padrasto
-Estou bem aqui, papai - diz a garota levantando lentamente atrás da imensa palmeira decorando o canto da sala
-Meu Deus! - o homem olha emocionado para a garota ainda com a arma apontada na cabeça de Henry
-Surpreso? Então a desgraçada da minha mãe me escondeu de você, será que ela também não tinha os motivos dela? E você a matou sem menos ouvi-la? - diz Emeline com uma voz fria olhando fundo nos olhos do homem
-Emeline você não entende o meu desespero! - diz o homem que se diz ser pai da garota
-E preciso entender? E o desespero da minha mãe, não importa mais? O que você quer? - questiona Emeline
-Quero ficar com você minha pequena - responde o homem
-E você já perguntou se eu quero ficar com você? Um homem estranho que vem na minha casa mata a minha mãe e ameaça o homem que viveu com ela a vida toda cuidando de mim e dela, e é para eu largar tudo e ir com você? Por favor não sou sua pequena, não me chame assim - sobe um nervosismo e ódio na cabeça da garota e ela começa a tremer
-Você tem que ir comigo, não sou estranho eu sou o seu pai - diz o homem tentando convencer a garota
-Não está se ajudando, abaixe essa arma e vá embora daqui, você já estragou parte da minha vida quer estragar mais? - diz Emeline apertando as mãos para não correr na direção do homem
-Não vou embora daqui sem você minha pequena - diz o homem voltando o olhar para Henry - Você vai comigo e ninguém vai me impedir - ele dá um tiro na cabeça do padrasto de Emeline e ele cai de joelhos no cão jogando a peixeira a cinquenta centímetros da garota
-Não!! - grita Emeline - O que você fez seu maníaco? Eu mandei você ir embora e você faz isso? Porque?
-Foi eu que eu disse antes de sair de casa querida, tudo o que quiser me impedir de ficar com você eu vou derrubar e se preciso irei matar - diz o homem abaixando a arma e a guardando no bolso de trás da calça jeans rasgada e ensanguentada.
-VAI EMBORA DAQUI SEU MALUCO!!!! - Emeline grita chorando - VOCÊ NÃO VAI ME TIRAR DAQUI
-Calma querida não grite estamos só nós dois aqui agora, vamos brincar no parquinho, de boneca, deixe eu te levar para o colégio, te dar presentes!! - diz o homem estendendo a mão chorando e sorrindo
-Eu não vou com você para lugar algum - Emeline da um passo se abaixa e apanha a peixeira na mão - Pois agora a sua hora chegou - e com apenas um golpe Emeline corta o pescoço do homem o matando na hora e espalhando mais sangue no chão.
Ela cai no chão de joelhos larga a peixeira no seu lado e começa a chorar
-Porque????? PORQUE?????? - grita olhando para o teto chorando e soluçando muito - Quero minha mãe de volta! Ela não merecia morrer - se abaixa no chão ensanguentado e não para de chorar.
Emeline levantou-se do chão e foi andando até seu quarto, olhou-se no espelho e viu que estava cheia de sangue sua crise de asma atacou de novo, correu até o criado-mudo ao lado da cama e pegou sua bombinha, depois de se recuperar correu até o banheiro tirou toda sua roupa suja de sangue e ligou a ducha. Precisava ir embora dali, e depois do banho arrumou suas coisas pegou o carro da sua mãe mesmo não sabendo dirigir muito bem, apenas com o que seu padrasto tinha ensinado, sabia o básico de trocar as marchas, frear e acelerar, foi então bem longe dali para nunca mais voltar.
FIM
Hora-Extra
Todos do escritório já tinham ido embora, estava tudo escuro, mas Felipe ainda estava lá, concentrado para terminar seu serviço acumulado. Já passavam das 20h, seus olhos estavam pesados e seu corpo dolorido, pois passou o dia na frente do computador, coçou os olhos, esfregou o rosto e espreguiçou-se enquanto bocejava. Escutou um barulho vindo da recepção, achou estranho e decidiu verificar, foi andando com cautela até a porta de sua sala e vagarosamente abriu a porta, viu um vulto na outro lado da sala, engoliu a seco e decidiu ligar a luz e tomou o maior susto, era o zelador do prédio.
-Nossa que susto! – exclamou Felipe.
-Calma garoto! Só estou verificando, pois a porta estava aberta – disse José o zelador do prédio com um sorriso estampado no rosto.
Os dois riam juntos, e os mesmo foram logo embora quando perceberam uma terceira risada que vinha do corredor, que parecia ser infantil, os dois assustados correram até o lá, mas era só um corredor vazio.
-O que foi isso? – disse Felipe trêmulo
-Não sei, mas não é bom sinal, melhor você ir descansar um pouco – disse José com uma expressão estranha.
Felipe foi prontamente até a sua mesa, salvou seus trabalhos e desligou o computador. Quando foi sair José já não estava mais lá, enquanto Felipe descia do 9º andar ficou pensado o nas palavras de José, parecia que ele sabia de alguma coisa, ele sentiu um calafrio o elevador chegou ao térreo José já estava em seu posto de trabalho como de costume e o rapaz se despediu.
Foi pra casa exausto, chegando em seu apartamento tomou banho, preparou seu jantar, assistiu o noticiário e tentou dormir mas aquele risada e as palavras do zelador ficaram e ecoando por horas e horas nos pensamentos do pobre garoto. Ele acordou quase que atrasado para o trabalho, saiu sem tomar café, pegou o jornal a porta de seu apartamento e reparou uma boneca jogada no fim do corredor, achou estranho, pois em seu prédio não morava nenhuma criança , contudo a pressa fez com que ele não se preocupasse com a tal boneca.
Depois do ocorrido cada vez mais surgiam problemas em seu trabalho fazendo com que Felipe fizesse horas-extras com mais frequência. Ele começo a ouvir coisas quando estava sozinho, passos no corredor, sussurros incompreensíveis, cala frios, houve até umas vez q ele jurou ter sido tocado por alguém. Isso estava deixando Felipe louco, ele sentia muito medo, mas não tinha ninguém para contar, já que era um rapaz solitário. Em um dia qualquer Felipe sente a estranha sensação de estar sendo seguido na sua volta pra casa, e cada quadra que passa isso vai aumentando, até ele ouvir:
-Ele vai te matar! – Uma voz serena de uma garotinha no pé de seu ouvido.
Ele olha pra trás assustado e vê a mesma boneca que viu no corredor de seu apartamento, mesmo com medo ele pega a boneca, a analisa e encontra uma etiqueta artesanal escrito “Cristiane Souza”. Curioso ele se apressa pra chegar em casa para pesquisar este nome.
Depois de muita pesquisa Felipe descobre que Cristiane era uma criança que foi brutalmente assassinada por um psicopata responsável por mais de 20 mortes e que está foragido. O que mais assustou Felipe foi ver em umas das fotos Cristiane segurando a boneca, quando se da conta a boneca não estava lá. Apavorado ele vira a noite procurando mais informações que possam levar a uma resposta do que está acontecendo com ele e principalmente pra livrá-lo deste pesadelo que o atormenta.
E a cada dia no serviço mais coisa estranha acontece, ele escuta a garota falando coisas como “fuja”, “ele vai te matar”, “corra enquanto é tempo” e coisa do gênero.
Ele resolve falar com José, começa a contar tudo o que está acontecendo com ele, quando Felipe cita Cristiane a expressão de José muda, a inquietação e evidente e Felipe questiona:
-Conhece Cristiane Souza??
-N... Não, não conheço ninguém com esse nome!! - diz José hesitante.
-Tem certeza?? - Insiste Felipe.
-Chega garoto, isso é sua imaginação – retruca José rude.
Sem entender o comportamento de José o garoto foi pra casa inquieto, fez sua rotina noturna e foi dormir, quando acordou achou estranho por ter passado uma noite tão bem. Até ele sair no corredor de seu prédio, ele vê claramente Cristiane segurando sua boneca no fim do corredor.
-Fuja! Por favor, fuja! – Ela grita assustadoramente e some.
Ele vai para o trabalho apavorado e mais uma vez fica até tarde, por volta das 20h ele escuta um barulho na recepção como nos primeiros acontecimentos atípicos, tenta ligar a luz, antes que pudesse ele é golpeado na cabeça e começa a ser espancado, as luzes se acendem e é José quem dispara os golpes contra ele, já quase não podendo se mexer Felipe vê um cutelo na mão de José,ele prepara-se para dar o golpe fatal e num vislumbre antes ele vê Cristiane chorando dizendo:
-Eu tentei avisar .
Os mortos às vezes só querem te avisa de algo ruim, ou querem ajuda. Às vezes precisam só serem ouvidos. Então cuidado qual será próxima vitima de José, ele ainda esta a solta.
-Nossa que susto! – exclamou Felipe.
-Calma garoto! Só estou verificando, pois a porta estava aberta – disse José o zelador do prédio com um sorriso estampado no rosto.
Os dois riam juntos, e os mesmo foram logo embora quando perceberam uma terceira risada que vinha do corredor, que parecia ser infantil, os dois assustados correram até o lá, mas era só um corredor vazio.
-O que foi isso? – disse Felipe trêmulo
-Não sei, mas não é bom sinal, melhor você ir descansar um pouco – disse José com uma expressão estranha.
Felipe foi prontamente até a sua mesa, salvou seus trabalhos e desligou o computador. Quando foi sair José já não estava mais lá, enquanto Felipe descia do 9º andar ficou pensado o nas palavras de José, parecia que ele sabia de alguma coisa, ele sentiu um calafrio o elevador chegou ao térreo José já estava em seu posto de trabalho como de costume e o rapaz se despediu.
Foi pra casa exausto, chegando em seu apartamento tomou banho, preparou seu jantar, assistiu o noticiário e tentou dormir mas aquele risada e as palavras do zelador ficaram e ecoando por horas e horas nos pensamentos do pobre garoto. Ele acordou quase que atrasado para o trabalho, saiu sem tomar café, pegou o jornal a porta de seu apartamento e reparou uma boneca jogada no fim do corredor, achou estranho, pois em seu prédio não morava nenhuma criança , contudo a pressa fez com que ele não se preocupasse com a tal boneca.
Depois do ocorrido cada vez mais surgiam problemas em seu trabalho fazendo com que Felipe fizesse horas-extras com mais frequência. Ele começo a ouvir coisas quando estava sozinho, passos no corredor, sussurros incompreensíveis, cala frios, houve até umas vez q ele jurou ter sido tocado por alguém. Isso estava deixando Felipe louco, ele sentia muito medo, mas não tinha ninguém para contar, já que era um rapaz solitário. Em um dia qualquer Felipe sente a estranha sensação de estar sendo seguido na sua volta pra casa, e cada quadra que passa isso vai aumentando, até ele ouvir:
-Ele vai te matar! – Uma voz serena de uma garotinha no pé de seu ouvido.
Ele olha pra trás assustado e vê a mesma boneca que viu no corredor de seu apartamento, mesmo com medo ele pega a boneca, a analisa e encontra uma etiqueta artesanal escrito “Cristiane Souza”. Curioso ele se apressa pra chegar em casa para pesquisar este nome.
Depois de muita pesquisa Felipe descobre que Cristiane era uma criança que foi brutalmente assassinada por um psicopata responsável por mais de 20 mortes e que está foragido. O que mais assustou Felipe foi ver em umas das fotos Cristiane segurando a boneca, quando se da conta a boneca não estava lá. Apavorado ele vira a noite procurando mais informações que possam levar a uma resposta do que está acontecendo com ele e principalmente pra livrá-lo deste pesadelo que o atormenta.
E a cada dia no serviço mais coisa estranha acontece, ele escuta a garota falando coisas como “fuja”, “ele vai te matar”, “corra enquanto é tempo” e coisa do gênero.
Ele resolve falar com José, começa a contar tudo o que está acontecendo com ele, quando Felipe cita Cristiane a expressão de José muda, a inquietação e evidente e Felipe questiona:
-Conhece Cristiane Souza??
-N... Não, não conheço ninguém com esse nome!! - diz José hesitante.
-Tem certeza?? - Insiste Felipe.
-Chega garoto, isso é sua imaginação – retruca José rude.
Sem entender o comportamento de José o garoto foi pra casa inquieto, fez sua rotina noturna e foi dormir, quando acordou achou estranho por ter passado uma noite tão bem. Até ele sair no corredor de seu prédio, ele vê claramente Cristiane segurando sua boneca no fim do corredor.
-Fuja! Por favor, fuja! – Ela grita assustadoramente e some.
Ele vai para o trabalho apavorado e mais uma vez fica até tarde, por volta das 20h ele escuta um barulho na recepção como nos primeiros acontecimentos atípicos, tenta ligar a luz, antes que pudesse ele é golpeado na cabeça e começa a ser espancado, as luzes se acendem e é José quem dispara os golpes contra ele, já quase não podendo se mexer Felipe vê um cutelo na mão de José,ele prepara-se para dar o golpe fatal e num vislumbre antes ele vê Cristiane chorando dizendo:
-Eu tentei avisar .
Os mortos às vezes só querem te avisa de algo ruim, ou querem ajuda. Às vezes precisam só serem ouvidos. Então cuidado qual será próxima vitima de José, ele ainda esta a solta.
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#Terror Ficção
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Prisioneiros
Emeline é uma adolescente tímida e sem amigos, ela vive com a mãe e o padrasto mas eles nunca estão em casa. Emeline passa a maior parte do tempo estudando e desenhando.
Certo dia algo estranho aconteceu quando ela chegou em casa, viu tudo quebrado, bagunçado e sangue, muito sangue no chão da sala enorme, ela entra em estado de choque e suas crises de asma começaram a atacar, ela corre para a cozinha e pega na terceira gaveta da pia a bombinha, ali parecia estar tudo tranquilo nada estava fora de lugar, então ela resolve seguir aquele rastro de sangue e descobre que leva para o porão, o último lugar da casa que ela queria estar.
-Que diabos está acontecendo? - diz para si mesma.
Abre a porta de madeira do porão e sente o gelo que vem de baixo, se envolve em seu casaco fino e começa a descer as escadas mofadas cuidando para não fazer barulho. Aquelas escadas pareciam não ter fim e Emeline ficava ainda mais tensa. Um barulho lhe chamou a atenção atrás dela, no topo da escada, lá na porta, ela olhou rapidamente para trás e viu um homem usando um capuz com uma peixeira na mão esquerda, ficou pasma e sem conseguir se mexer, o que mais queria era gritar e sair correndo dali, mas a única coisa que conseguiu fazer é soltar um suspiro baixinho quase imperceptível. Tentou correr mas o homem encapuzado era mais rápido, a crise de asma atacou novamente e o homem rapídamente enfiou uma bombinha na boca dela
-Calma Emeline, sou eu Henry - o homem era seu padrasto
Emeline foi se acalmando com a bombinha na sua boca e retomando a calma, olhou para os olhos verdes assustados de seu padrasto e perguntou
-O que está acontecendo Henry? Cadê a mamãe? - quase chorando suspirava baixinho para que só seu padrasto escutasse
-Sinto muito Emeline, eu tentei evitar - começa a chorar baixinho - O ladrão veio e começou a nos ameaçar, tentei lutar com ele mas... mas ele tinha... ele tinha uma arma... - suspira chorando cada vez mais soltando alguns soluços pesados
-Ele atirou na mamãe? - pergunta Emeline baixinho com algumas lágrimas caindo no seu rosto pálido
-Sim querida - soluça forte e suas lágrimas aumentam
-Esse sangue é da mamãe? - pergunta Emeline
-Sim, eu tentei arrastá-la até aqui para ver se ainda tinha chance de salva-la, mas falhei - abaixa a cabeça e abraça Emeline com força
-E o ladrão, onde está? - pergunta a garota massageando as costas de Henry chorando
-Ele ainda está na casa, subi para tentar te encontrar antes que ele, mas vi que você tinha entrado no porão - levanta a cabeça e a encara - Ele não vai sair daqui até nos matar, pequena.
O que Henry estava dizendo era sério e Emeline ficou mais desesperada, com a sua mãe morta em algum canto do porão escuro e seu padrasto traumatizado com o que viu, ela viu que a única salvação ali era ela mesma, precisava tomar alguma decisão ou se não os dois iriam morrer. Mas o que ela faria?
...
...(continua)...
#Mi
Certo dia algo estranho aconteceu quando ela chegou em casa, viu tudo quebrado, bagunçado e sangue, muito sangue no chão da sala enorme, ela entra em estado de choque e suas crises de asma começaram a atacar, ela corre para a cozinha e pega na terceira gaveta da pia a bombinha, ali parecia estar tudo tranquilo nada estava fora de lugar, então ela resolve seguir aquele rastro de sangue e descobre que leva para o porão, o último lugar da casa que ela queria estar.
-Que diabos está acontecendo? - diz para si mesma.
Abre a porta de madeira do porão e sente o gelo que vem de baixo, se envolve em seu casaco fino e começa a descer as escadas mofadas cuidando para não fazer barulho. Aquelas escadas pareciam não ter fim e Emeline ficava ainda mais tensa. Um barulho lhe chamou a atenção atrás dela, no topo da escada, lá na porta, ela olhou rapidamente para trás e viu um homem usando um capuz com uma peixeira na mão esquerda, ficou pasma e sem conseguir se mexer, o que mais queria era gritar e sair correndo dali, mas a única coisa que conseguiu fazer é soltar um suspiro baixinho quase imperceptível. Tentou correr mas o homem encapuzado era mais rápido, a crise de asma atacou novamente e o homem rapídamente enfiou uma bombinha na boca dela
-Calma Emeline, sou eu Henry - o homem era seu padrasto
Emeline foi se acalmando com a bombinha na sua boca e retomando a calma, olhou para os olhos verdes assustados de seu padrasto e perguntou
-O que está acontecendo Henry? Cadê a mamãe? - quase chorando suspirava baixinho para que só seu padrasto escutasse
-Sinto muito Emeline, eu tentei evitar - começa a chorar baixinho - O ladrão veio e começou a nos ameaçar, tentei lutar com ele mas... mas ele tinha... ele tinha uma arma... - suspira chorando cada vez mais soltando alguns soluços pesados
-Ele atirou na mamãe? - pergunta Emeline baixinho com algumas lágrimas caindo no seu rosto pálido
-Sim querida - soluça forte e suas lágrimas aumentam
-Esse sangue é da mamãe? - pergunta Emeline
-Sim, eu tentei arrastá-la até aqui para ver se ainda tinha chance de salva-la, mas falhei - abaixa a cabeça e abraça Emeline com força
-E o ladrão, onde está? - pergunta a garota massageando as costas de Henry chorando
-Ele ainda está na casa, subi para tentar te encontrar antes que ele, mas vi que você tinha entrado no porão - levanta a cabeça e a encara - Ele não vai sair daqui até nos matar, pequena.
O que Henry estava dizendo era sério e Emeline ficou mais desesperada, com a sua mãe morta em algum canto do porão escuro e seu padrasto traumatizado com o que viu, ela viu que a única salvação ali era ela mesma, precisava tomar alguma decisão ou se não os dois iriam morrer. Mas o que ela faria?
...
...(continua)...
#Mi
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
O Pior Pesadelo Do Mundo
O Pior Pesadelo do Mundo
Era uma linda tarde de inverno e Samantha estava brincando na neve com seus irmãos mais novos , ao lado da sua casa havia uma floresta negra e assustadora , entre bolas de neve voando de lá pra cá , Samantha olha para a floresta meio que sem querer e avista uma figura estranha e medonha , não deu para ver muitos detalhes mais Samantha percebeu que era um homem alto e magro e que seu rosto era apenas formado por uma lisa e fina camada de pele e por olhos que eram apenas cavidades escuras e sem vida.
Ela ficou pensando naquilo durante o dia todo , a noite quando ela já estava no quarto se preparando para dormir , ela olha para a janela de seu quarto e de novo avista aquela mesma figura estranha que tinha visto mais cedo , fica assustada e corre para de baixo das cobertas, finalmente consegue dormir.
Já era tarde da madrugada, mais precisamente 3 horas da madrugada, ela acorda assustada sem motivo algum e olha para o canto mais escuro do seu quarto, e quem está lá novamente?! ele a figura sem rosto e sem nome, que está olhando fixamente para ela, ela fica cada vez mais aterrorizada com aquele homem e com aquela situação em que se encontrava.
O homem vem chegando cada vez mais perto dela , e mais perto , e mais perto até que chega a um palmo de seu rosto, Samantha tem a certeza de que vai morrer.
E de repente acorda assustada e gritando e percebe que era apenas mais um dia como todos os outros no Hospital Psiquiátrico onde ela estava internada.
Ela ficou pensando naquilo durante o dia todo , a noite quando ela já estava no quarto se preparando para dormir , ela olha para a janela de seu quarto e de novo avista aquela mesma figura estranha que tinha visto mais cedo , fica assustada e corre para de baixo das cobertas, finalmente consegue dormir.
Já era tarde da madrugada, mais precisamente 3 horas da madrugada, ela acorda assustada sem motivo algum e olha para o canto mais escuro do seu quarto, e quem está lá novamente?! ele a figura sem rosto e sem nome, que está olhando fixamente para ela, ela fica cada vez mais aterrorizada com aquele homem e com aquela situação em que se encontrava.
O homem vem chegando cada vez mais perto dela , e mais perto , e mais perto até que chega a um palmo de seu rosto, Samantha tem a certeza de que vai morrer.
E de repente acorda assustada e gritando e percebe que era apenas mais um dia como todos os outros no Hospital Psiquiátrico onde ela estava internada.
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