quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Diário da Juvia

10 de Setembro de 2010

"É simples, voltei da casa da Zayra bêbada e minha mãe quase me matou de tanta surra que ela me deu. É claro que eu ia beber na festa de uma garota que está fazendo 18 anos, mesmo eu ainda tendo 17. Não demorou muito e eu manchei todo o carpete do corredor com vômito de tanta cachaça que eu bebi, levei tantos tapas na cara que parecia que levei 1000 picadas de vespa vermelha, sorte que é final de semana então não tem risco de alguém ver que eu apanhei. Eu corri até o banheiro resmungando da minha mãe e sentei ao lado do vaso voltando a vomitar. Eu estava me sentindo tão mal e tão bem ao mesmo tempo que percebi que alguém me chamava na janela. Ele dizia
 -Juvia, venha até aqui, tenho uma proposta para você.
A voz do homem era grossa parecia de um demônio, mas eu estava tão chapada que fui até a janela e assenti o que ele disse, logo continuou
 -Que tal juntar-se a mim e ser livre?
Aquilo me possuiu de algum jeito e eu sem condições perguntei que liberdade ele me daria, foi então que ele me convenceu
 -Ser livre de sermões, poder sair e curtir, beber com amigos, conhecer garotos diferentes, você que é uma garota tão linda e sensual, de algum jeito me atraiu.
Aquilo estava me satisfazendo e me enchendo de prazer, adolescentes ficam excitadas quando alguém chama ela de sensual e linda, de algum jeito me atraiu e eu acabei aceitando aquela proposta de liberdade. Entrei em sono profundo e quando acordei me sentia diferente, me sentia mais viva"

Juvia.